o Guloso
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04 Août 2006 à 08:00 dans
- Cartes Postale avec Poèmes




03/08/1986----------03/08/2006
Pequeno percurso, vinte anos de amor e paixão.
Cada qual de sua Beira, mas em Lisboa, se encontraram,
De janela a janela, numa troca de olhares, se apaixonaram,
Viviam distantes, com muitos quilometros, para os separar,
Mas seu amor e paixão, estavam sempre a aumentar.
Tinham as férias da escola e fins de semana, para namorar,
Mas todos os dias se escreviam, e tinham o telefone, para falar,
Como seu amor, estava sempre em crescimento,
Não tardou nada, falaram de casamento.
Os seus estudos, a jovem noiva acabara,
E como ia casar, sua vida mudara,
Passou-se tudo tão rápido, até á data do casamento,
Seu grande amor, para os preparativos, lhes deu alento.
Chegou finalmente o dia, á tanto esperado,
Estava elegante o noivo, no seu lindo fato,
Sua amada noiva, ainda não podia ver,
Só no altar, vestida de branco, quando ela aparecer.
Foi andando para a igreja, com a madrinha,
Que o acompanhava, numa marcha miudinha,
Seu coração batia, bastante descontrolado,
O que mais desejava, era já estar casado.
Para a igreja os convidados, iam entrando,
Ao som da música, que estavam tocando,
Era a música do hino, da marcha núpecial,
Entrava a noiva com o padrinho, tudo parecia irreal.
Olhou seu noivo nos olhos, que deslumbramento,
Para si esse dia, era de encantamento,
Receberam a benção do padre, que os tinha casado,
Sairam da igreja, depois de se terem beijado.
Eram esperados na rua, pela familia e amigos,
Deitaram-lhe arroz e rosas, foram aplaudidos,
Mas antes ao altar de N. Senhora, foram oferecer,
O ramo da noiva, e pediram á virgem, para os proteger.
Suas juras de amor, quizeram rentabilizar,
Para aumentar a familia, se andaram a preparar,
Suas promessas de amor, o casamento rentabilizou,
Passado algum tempo, a jovem esposa, engravidou.
Foram meses difíceis, com a futura mãe, sempre a enjôar,
Mas o jovem pai, estava lá, para ajudar,
Mas sempre sentiram, muito amor e alegria,
Principalmente com a vinda de sua filha, para companhia.
Os anos foram passando, por eles a desfilar,
Suas experiencias na vida, sempre a aumentar,
Foram meses e anos, de dificuldades e problemas variados,
Mas com amor e carinho, confiança e diálogo, ultrapassados.
Mas nunca na vida, se sentiram sózinhos,
Pois sua filha, tem uns bons avózinhos,
Estiveram sempre ao seu lado, acredite se quizer,
Estão sempre lá, á escuta, para o que der e vier.
Faz hoje vinte anos, que partilham seus dias, casados,
Com o passar do tempo, sempre mais enamorados,
Por causa do trabalho, seus pais e filha, estão longe da visão,
Mas suas vidas, estão sempre presentes, no seu coração!...
Nota: agradecemos aos nossos familiares, sobretudo aos pais do meu marido,
Meus queridos sogros e amigos, que estiveram presentes, na hora da nossa união.
A todos deixamos o testemunho e a prova, do nosso juramento de amor.
Com muito amor e carinho, paixão e confiança, mas sobre tudo, com muito
Diálogo, todos os problemas se resolvem, mesmo aqueles que por vezes, nos parecem enormes. Pois acho que casais perfeitos não existem.
Só o amor vence tudo!...
Autoria: Dora Coimbra

fête nationale du premier août
Pain du 1° Août


| Le 1er août est notre Fête Nationale. La légende raconte que Gessler, bailli d’Albert 1er, empereur d’Autriche, dans le canton d’Uri, avait ordonné aux Suisses de s’incliner devant un chapeau exposé sur la place publique d’Altdorf. Guillaume Tell ne se conforma pas à cet ordre et fut condamné par le bailli à abattre avec une flèche d’arbalète, une pomme sur la tête de son fils, ou à périr avec son enfant. | ||
| Tell, arbalétrier habile, sortit victorieux de cette cruelle épreuve, mais comme il avoua qu’en cas d'insuccès, il aurait tué le bailli, celui-ci le fit conduire enchaîné sur son bateau pour le mener en prison dans la forteresse de Küssnacht. Tell réussit à s’échapper du bateau pendant une tempête sur le lac des Quatre-Cantons et tua Gessler sur la route de Küssnacht. Ce meurtre fut le signal du soulèvement des Suisses contre la maison d’Autriche. - - - - - - - La Confédération Helvétique a été fondée par les cantons d'Uri, de Schwytz et d'Unterwald au début d'août 1291. À cette occasion, ces trois cantons ont signé un pacte par lequel ils se promettaient assistance mutuelle en cas de danger. Ce pacte, dit Pacte Fédéral du 1er août 1291, commençait par ces paroles : AU NOM DU SEIGNEUR, AMEN. C'EST ACCOMPLIR UNE ACTION HONORABLE ET PROFITABLE au bien public que de confirmer, selon les formes consacrées, les mesures prises en vue de la sécurité et de la paix... - - - - - - - La célébration de la Fête Nationale commence le plus souvent en fin d'après-midi. Voir ce programme. Les gens se rendent sur la place de fête où se dresse la cantine. Ils mangent en général des saucisses ou des côtelettes grillées avec du pain ou de la salade de pommes de terre. Parfois ils mangent de la soupe aux légumes, de la salade verte. Ils boivent du vin, de la bière, des eaux minérales. La fête est parfois plus conséquente. Cf. cette invitation. Après le souper, les participants ont généralement droit à un discours patriotique, le plus écouté étant celui du Président de la Confédération. Lorsque la parole est laissée aux jeunes, le ton est moins traditionnel. La nuit tombée, on allume le feu de joie, les enfants s'y rendent en tenant des lampions et on illumine le ciel avec des feux d'artifices. On porte généralement les habits habituels. Certaines personnes mettent le costume traditionnel de leur région. Dans les jours qui précèdent la fête, les communes décorent les villages avec des drapeaux de la Confédération, des cantons et du village. Les commerces vendent les feux d'artifices que les enfants se réjouissent d'aller acheter avec leurs parents. Plusieurs jours avant la fête le concert des pétards commence, à longueur de journées et de soirées. Le jour du 1er aout, beaucoup de maisons sont décorées de drapeaux. Le soir, on allume des lampions sur le rebord des fenêtres et des balcons. Les gens qui ne se sont pas rendus sur la place de fête allument des feux d'artifices dans leur jardin. Pardois plusieurs familles se réunissent. C'est la fête en Suisse. Les orchestres folkloriques, souvent formés d'une clarinette, d'un accordéon et d'une contrebasse jouent de la musique populaire, sans oublier l'hymne national. | ||