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ARCO - IRIS - JOSE e DORA

Todas as crianças, têm direito a serem felizes !...

Todas as crianças, têm direito a serem felizes !...

E todos nós, somos responsáveis, pela sua felicidade.

Acolha, com carinho e amor, cada criança,

Em seu coração!...

Autoria: Dora Coimbra


Obra d’arte

Da mais grosseira das matérias, nasceu a mais fina

Obra d’arte,que és tu.

Aperfeiçoa-te, e vive a tua vida respeitando-a.

Não fumes, não te alcoolizes e sobretudo não te drogues.

Vive cada um dos teus momentos, como se, se trata-se do último.

Diverte-te!...

Autoria: Dora Coimbra


sorrir

Nao podemos sentir maior tristeza, que ter a certeza,

Que não somos capazes de sorrir.

Sorri a tudo o que te rodeia, mesmo que não te seja

Retribuido, o teu sorriso.vais ver que te vais sentir bem melhor. Coragem!...

Autoria: Dora Coimbra


O pique-nique entre amigos

O pique-nique entre amigos

Estava eu, ainda na cama,

Quando o telefone, tocou,

É nossa amiga, que nos chama,

Para um pique-nique, nos convidou.

Fiquei, muito contente,

Por nos terem, convidado,

E assim, tão de repente,

Estava o pique-nique preparado.

Fomos então, para a floresta,

Arranjar lugar, e a fogueira preparar,

Estar com meus amigos, é uma festa,

Espero que eles, também vão gostar.

Pimentos, e sardinha assada,

Com a boa pinga, a condizer,

A brôa, e a deliciosa salada,

E outras iguarías, para comer.

Fomos dar, um bom passeio,

Para a comida, digerir,

Fizemos, um bom recreio,

Conseguimos, nos divertir.

Por entre, água e pedra,

Estivemos sempre, a marchar

O caminho dos pobres, nos leva,

Pelo seu trilho, sempre a andar.

Fizemos então, marcha a tráz,

De volta, ao acampamento,

Para o pique- nique continuar,

Sempre com grande, encantamento.

Mas o apetite, não era muito,

Ainda não estava feita, a digestão,

Mas estavamos todos, com o intuito,

De ir ver jogar, a seleção.

Foi um domingo, bem passado,

Foi um pique-nique , perfeito,

Com meus bons amigos, ter estado,

Com alegria, e muito respeito.

Outro encontro, combinamos,

Se o tempo, assim o permitir,

Noutro pique-nique, nos encontramos,

Para comer e beber,conviver e divertir!...

Autoria: Dora Coimbra


Homenagem a minha Mãe


A familia é uma jóia

A familia é uma jóia única,rara e preciosa.A familia não se vende no mercado,nem se tem por empréstimo. Por isso,valoriza a tua familia porque é o bem mais precioso que tens e que bem au mal te ajudou a ser quem és

Autoria: Cátia Coimbra


Ao pai desconhecido

Ao pai desconhecido

Meu pai, ó quem me dera,

Um dia, o ter conhecido,

Fazer uma filha, como ele fizera,

Para depois, ter desaparecido.

Se o seu rosto, eu tivesse visto,

Talvez lhe dissesse, que o amava,

Mas não devia, ter passado por isto,

Ser sua filha, e ser abandonada.

Por minha mãe, não teve respeito,

Quando a deixou, só e rejeitada,

Criou-me sózinha, não teve outro jeito,

Sempre lutou, para não faltar nada.

Mas se um pai, eu tivesse tido,

Não sei que seria,de mim agora,

Tendo a certeza, de meu pai ter conhecido,

Seu rosto lembraria, pela vida fora!...

Autoria: Dora Coimbra


Acabar com as placas

Acabar com as placas

Quando as placas, vou cortar,

Posso cantar e dançar,

Mas não posso, estar sentada,

Pois estou, bem ocupada.

Tanto trabalho, para construir,

E é tão facil, destruir,

Mas enquanto, vou cortando,

Meu salário vou ganhando.

Só que é muito, barulhento,

Cansativo e poeirento,

Mas até gosto, de aqui estar,

Para com as placas, acabar.

Tenho de parar de escrever,

Pois tenho, muito que fazer,

Quero minha música, ouvir,

E continuar, a me divertir.

Faço companhia, ao menino,

Para ele, não ficar sózinho,

Mas quando, lhe quero falar,

Quase tenho, que gritar!...

Autoria: Dora Coimbra


A mão que cortava orelos

A mão que cortava orelos

Por vezes à noite, minha mãe,

Preparava orelos, p’ro tear,

Eu ficava, junto dela também,

Para com a tesoura, os orelos cortar.

Com minhas mãos, segurava,

os tecidos, e a lanterna para alumiar,

por vezes, sentia-me tão cansada,

fechava os olhos, começava a dormitar.

Ficava comigo, minha mãe tão zangada,

Mas não compreendia, sua fúria de então,

Se não ouvesse orelos, não havia nada,

Não havendo nada, não havia pão.

Tão dura, era a sua triste vida,

Que hoje, eu até já compreendo,

Fazia tudo, sem nenhuma alegria,

Fazia tudo, com muito sofrimento.

Os trapos serviam, p’ra fazer orelos,

E com eles,novelos de muitos remendos,

Com eles se faziam, mantas quentinhas,

Que rendiam p’ra nós, alguns mantimentos.

Autoria: Dora Coimbra


Pensée du jour

L´avarice commence où cesse la pouvreté.