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ARCO - IRIS - JOSE e DORA

Point d'Histoire

Point d'Histoire

FETE-DIEU OU FETE DU TRÈS SAINT SACREMENT

La fête du très saint Sacrement, appelée, dans le langage liturgique, la fête du Corps du Christ, et dans le langage populaire, la Fête-Dieu, est une fête dans laquelle l'Église rend les honneurs publics et solennels à Notre-Seigneur Jésus-Christ dans la sainte Eucharistie.

La solennité de cette fête a eu lieu cette année le dimanche 22 juin 2003.

La fête du saint Sacrement date du XIIIème siècle. Dans une vision, la bienheureuse Julienne, prieure du monastère de Mont-Cornillon, près de Liège, apprit que Dieu la chargeait de travailler de tout son pouvoir à l'établissement d'une fête en l'honneur du saint Sacrement. Le pape Urbain IV la rendit obligatoire pour l'Église entière en 1264 et le pape Jean XXII, en 1318, ordonna de porter l'Eucharistie en procession dans les rues et sur les chemins.

On fait une procession solennelle le jour de la Fête-Dieu pour sanctifier et bénir, par la présence de Jésus-Christ, les rues et les maisons de nos villes et de nos villages.

Les processions du saint Sacrement exposé dans l'ostensoir n'ont pas commencé avant l'institution de la Fête-Dieu. Cependant, avant cette époque, il existait des processions dans lesquelles on transportait le saint Sacrement enfermé dans un tabernacle. Ce n'était pas le saint Sacrement que l'on voulait spécialement honorer, mais Notre-Seigneur considéré dans quelqu'une des circonstances de sa vie terrestre.

C'est ainsi que, dès le VIIème siècle, dans quelques églises, on portait le saint Sacrement à la procession destinée à honorer l'entrée triomphale de Notre-Seigneur à Jérusalem, le jour des Rameaux.

La bulle du Pape Jean XX1I, ordonnant « de porter l'Eucharistie en procession clans les rues et les places publiques », fut publiée en 1318 ; mais elle ne faisait sans doute que confirmer une coutume probablement aussi ancienne que la Fête-Dieu (1264).

Aussitôt que ces processions furent instituées, la piété des fidèles s'efforça de leur donner tout l'éclat possible. C'est au milieu des rues et des places richement pavoisées de draperies et de guirlandes, que s'avançait le saint Sacrement abrité sous un dais pour en souligner davantage la présence. Il était précédé d'une longue file d'enfants vêtus de blanc, qui balançaient des encensoirs ou jetaient des fleurs, pendant que la foule chantait les bienfaits de l'Eucharistie.

Malheureusement, aujourd'hui, dans beaucoup de villes, sous prétexte de respecter la liberté de conscience et de ne pas entraver la circulation, Jésus-Hostie ne peut sortir des églises que difficilement.

L'office du très saint Sacrement, composé par saint Thomas d'Aquin, est une admirable exposition de l'enseignement catholique sur l'Eucharistie.

Les hymnes Sacris solemniis des Matines, Verbum supernum des Laudes, Pange lingua des Vêpres et la prose Lauda Sion, qu'on a appelée le Credo du saint Sacrement, sont des modèles par leur profondeur de doctrine, leur concision pleine de clarté et leur simplicité majestueuse.
Les mélodies, très belles aussi, existaient déjà avant saint Thomas.

Pour célébrer dignement la Fête-Dieu, les Chrétiens contribuent à l'éclat des cérémonies, dans la mesure de leur pouvoir, en ornant les rues qui se trouvent sur le passage du saint Sacrement, assistent à la Messe et à la bénédiction du saint Sacrement, et prennent part à la Procession.


Faminta

Faminta

Vou agora, qualquer coisa comer,

Sinto meu estômago, reclamar a hora,

Pois sei, que se nada lhe oferecer,

Não vai perdoar, pela demora.

Sou um bocado gulosa,

E sei, que adoro comer,

É como escrever uma prosa,

Ou qualquer outra coisa, escrever.

Pode ser, uma simples salada,

Ou um pedaço de pão,

Minha mente, fica saciada,

E confortado, meu coração!...

Autoria; Dora Coimbra


Amizade no trabalho

Amizade no trabalho

Trabalho, no seio de uma equipa,

Que só por homens, ela é formada,

As ordens do patrão, o chefe as dita,

No seu meio, sinto-me encarajada.

Oficina, dizem que é trabalho para homem,

Mas há tabalhos, que por mim são feitos,

Executo-os, da mesma forma, que os homens,

Acreditem, que saiem sempre perfeitos.

Se o trabalho, for tarefa complicada,

E sózinha não conseguir realizar,

Peço ajuda, e sou logo ajudada,

Sei que com eles, posso contar.

Ainda há, quem teime em pensar,

Que ser homem ,é ser superior,

Meu trabalho, não receio de o comparar,

Pois a ninguem, me sinto inferior.

Não tenho medo, de trabalhar,

De fazer seja o que for,

Importante, é aprender a gostar,

Fazer as coisas, sempre com amor.

Desde que não falte, a saúde,

Tudo o resto, p’ra mim pode vir,

Peço sempre a Deus, que me ajude,

A fazer meu trabalho, sempre a sorrir!...

Autoria: Dora Coimbra


o sorriso


Querido chefe

Querido chefe

Na minha oficina, há um chefe,

Mas chefe, é o que outros pretendem ser,

Cada um dá, suas ordens e mexe,

Sem do assunto, nada perceber.

Vem um e diz, isto é assim,

Não, diz outro, só p’ra contrariar,

Eu cá, digo, só para mim,

Que venha o chefe, e os faça calar.

Por vezes até, é bom falar,

Torna-se engraçada, tanta estupidez,

Não trabalham, só sabem críticar,

O que se devia ter feito, e não se fez.

O chefe não sabe comtrolar,

Não consegue controlar, sua emoção,

Tem que aprender, a liderar,

Utilizando a mente, e a razão.

O chefe tem que ter, por nós respeito,

Querendo por nós,ser respeitado,

Se cumprir sua missão, com muito jeito,

Será respeitado e bem amado!...

AUTORIA: Dora Coimbra


O casal perfeito

O casal perfeito

Um dia o céu decidiu,

Com a água do mar casar,

Tendo o sol e a lua, como padrinhos,

E a terra como seu lar.

Faziam filhos sem conta,

Quando estavam, sós e contentes,

Por todo o lado se estendiam,

Mesmo contra, todas as correntes.

No céu, o sol que brilhava,

Tão forte, e sempre tão quente,

Na areia, a água se deleitava,

Extasiada, de sua paixão ardente.

Quando vinham, a lua e o luar,

Dependendo da fase e da altura,

Dava um brilho de prata, á água do mar,

Ou fazia-a revoltar, com muita fúria.

Mas a água do mar, não era fiel,

Recebia rios amantes, de muito lado,

Por isso ficou, decretado em papel,

Haver peixes de água doce,e mar salgado!

Autoria: Dora Coimbra


A menina da missa

A menina da missa

E domingo, á igreja fomos,

Para na missa, participar,

Eis senão, quando os olhos pômos,

Sobre uma menina, que está a brincar.

Ela tem, uma malinha e um cão,

Que nem por nada, ela quer largar,

Senta-se, levanta-se, e atira-os para o chão,

Para logo se levantar, e os ir apanhar.

Seu rostinho, tão sorridente,

Que faz saltar, nosso coração,

Ficaria a olha-la, eternamente,

Olha-la ía, com muita emoção.

Mas este, pequeno anginho,

Da missa, nos consegue distraír,

Perdoa-me, meu bom amiguinho,

Por não estar atenta, por não te ouvir.

Mas a esta, beleza singela,

Quem conseguirá resistir,

Todas as crianças, são como ela,

Com tanta pureza, que nos fazem sorrir!...

Autoria: Dora Coimbra


Dia de festa

Dia de festa

Foi o meu dia, dia de ser mãe,

E o da minha filha, podem crêr,

O dia do seu pai, também,

Pois ajudou-me, a conceber.

Fui mãe, aos vinte e três anos,

Há, já, dezanove anos que nasceste,

Nove meses, que por ti esperamos,

A catorze de maio, nos conheceste.

Não é, a festa da mãe,

Nem a da filha, podem crêr,

Mas a festa, de uma familia,

Que ao mundo, deu um novo ser.

Teu pai, que dormia então,

E a nossa hora chegou,

Tocou o telefone, de rompão,

Então, logo ele acordou.

Veio, o mais depressa possivel,

E, estava quase a chorar,

Sua vontade irresistivel,

Tinha pressa, em nos abraçar.

Teu pai, é muito importante,

Na nossa, história de amor,

Se não fosse, sua presença constante,

Não havia vida, nem flôr.

Eras uma flôr, perfumada,

As essencias, do teu pai recebeste,

Fizes-te ,sentir-me amada,

Fizes-te, sentir-me crescer.

Autoria: Dora Coimbra


Pôema do domingo

Pôema do domingo

Meu marido, desenhou,

Uma carinha, bem laroca,

Foi ele, que me desafiou,

A beber, uma cervejoca.

Uma cerveja, bem fresquinha,

Pode vir mesmo a calhar,

Com tremoços, ou gambinhas,

Vinham bem, para acompanhar.

Se também, sêde tiverem,

Venham daí, venham depressa,

Bebo com todos, os que vierem,

Para cumprir, uma promessa.

Mas para beber, tenho que comer,

Venham de lá, esses caracóis,

Depressa, que estão a arrefecer,

Quero ir,para meus lençóis!...

Autoria; Dora Coimbra


10 juin jour du Portugal

10 juin jour du Portugal