Pensée de la nuit
-
07 Juin 2006 à 22:34 dans
- Pensée de la nuit

A minha tesoura
Estava eu, a cortar trapos,
Pois, qualquer coisa, tenho de fazer,
O pior é que, de tanto cortar farrapos,
Meus dedos, já me estão a doer.
A culpa, é da minha tesoura,
Que nada, consegue cortar,
Pensa que é, uma senhora,
Por isso, não quer trabalhar.
Mas eu, tempo não tenho,
Para poder estar, sem trabalhar,
Vou ver se arranjo, outro engenho,
Para meu trabalho, realizar.
Já pedi oa chefe, que me compre,
Uma tesoura, mais sofesticada,
Pode ser que ele, uma me encontre,
Que corte bem, que queira ser minha aliada!.
Autoria: Dora Coimbra.







O meu berlinde
Tive um pequeno berlinde,
Que foi minha, companhia,
Saiu-me num bolo, como brinde,
Para onde eu fosse, ele ía.
Juntava-me, com alguns vizinhos,
Que tinham berlindes, nos bolsos,
Parava-mos, no meio dos caminhos,
Aí fazia-mos, três pequenos poços.
Cada um esperava, que o amigo,
Deitasse o berlinde, e acabasse de jogar,
Depois era eu, que no meio do caminho,
Esperava, para o meu berlinde lançar.
Já não me lembro, bem das regras,
Como ao berlinde, se jogava,
Lembro-me, de competir com pedras,
E sózinha, eu lá brincava!...
Autoria; Dora Coimbra








Tem o diabo no corpo
Não é propriamente, o diabo,
Mas não deixa de ser, diabólico,
Que triste, é o seu estado,
Na sua figura, de aocoólico.
A sua vida, é um inferno,
Quando já, bebeu demais,
O alcool, é o seu veneno,
A cerveja, o vinho e outros mais.
Está, com o diabo no corpo,
Dizem os vizinhos, quando o vêm,
A cambalear, todo torto,
Por certo vai cair, todos crêm.
Quando está assim, embriagado,
Ninguém, o consegue conter,
Chega a casa, endiabrado,
Nos filhos e na mulher, começa a bater.
Inferniza a vida, de quem gosta,
Se é que ainda, gosta de alguém,
Ele nem consigo, se importa,
Nem tão pouco, ouve sua mãe
Diz que é culpa, do diabo,
Quando nada, lhe corre bem,
Mas por ele, está sempre acompanhado,
E uns copos de vinho, sabem também.
É alcoólico, e não reconhece,
Eis aí, o seu maior mal,
Sua familia por ele, tudo esquece,
Para que ele volte a ser, um homem normal.
Mas tem que ser ele, a querer,
A desenfernizar, sua vida,
O álcool, numca mais beber,
E esquecer completamente, a bebida.
Tem uma familia, á espera,
Ânsiosa, por o abraçar,
Fez um tratamento, ele o quizera,
Mas a luta contra o álcool, deve continuar.
Todos estão prontos, a ajudar,
Assim, ele o queira fazer,
O álcool, completamente abandonar,
Com determinação e coragem, ele vai vencer!...
Autoria: Dora Coimbra






O Meu diabinho
De anjinho, não tens nada,
Ao contrário, és mesmo um diabinho,
Mas por ti, estou apaixonada,
A ti dou,todo o meu amor e carinho.
Se para mim, não fores bonzinho,
É porque és, um diabinho safado,
Não te darei mais, nenhum beijinho,
Não voltarei mais, a estar a teu lado.
Quando alguma diabrura, tu fazes
Aproximas-te de mim, como um anjinho
Sabes que, se não fizermos as pazes,
Vais ficar sem mim, e sozinho.
Um diabinho, especial tu és,
Só tu fazes endiabrar, meu coração,
A ti desejo-te, da cabeça aos pés
Vou amar-te, com muita loucura e paixão.
Tu és um diabinho, perfeito
Mas por vezes,sabes ser bem mauzão,
No inferno desta vida, foste o eleito,
Conquistas-te o lugar, no meu coração.
Vem cá, diabinho bem amado
Vem tornar meu inferno, mirabolante.
Na tua forquilha, montado.
Tráz-me lá, o teu fogo escaldante
Autoria: Dora Coimbra



"Le plus grand dérèglement de l'esprit
c'est de croire les choses parce qu'on
veut qu'elles soient." - Bossuet.



O ecoponto
Inventaram o ecoponto,
Foi uma óptima,solução,
Separamos o lixo, e pronto,
Aprenda-mos a ter educação.
O lixo, tem que ser tratado,
Com higiene, e muito jeito,
Pois pode, causar-nos doenças,
E atirar-nos, para o leito.
É fonte, de sujidade,
Também, de forte mau cheiro,
Tratemo-lo, com responsabilidade,
E acima, com muito respeito.
No ecoponto, vocês separam,
Os lixos, por qualidades,
Para depois, se reciclarem,
Com menores, dificuldades!...
Autoria; Dora Coimbra
