Romandie.com
 
Créer un blog | Noter ce blog | Signaler un abus
 
| Autre blog ? >>  

ARCO - IRIS - JOSE e DORA

Pensamento do dia

A familia é uma jóia única,rara e preciosa.A familia não se vende no mercado,nem se tem por empréstimo. Por isso,valoriza a tua familia porque é o bem mais precioso que tens e que bem au mal te ajudou a ser quem és

Autoria: Cátia Coimbra


Pensée du jour

Le sang s´hérite et la vertu s´acquiert,et la vertu vaut par elle seule ce que le sang ne peut valoir.

Miguel de Cervantes


Pensée de la nuit

Pensamento da Noite

Cuidado com os sorrisos,pôrque eles podem ser falsos, olha para o natural da vida e aproveita-a ao máximo.

Autoria: Cátia Coimbra

Pensée de la nuit

Fait attention aux beaux sourires, parce que ils peuvent être faux, regarde pour le naturel de la vie et profite d'elle au maximum.

Autoria: Cátia Coimbra


As minhas cartas

As minhas cartas

Era minha mãe, quem me ditava,

As cartas, que eu escrevia,

De caderno, e caneta na mão,

Eu escrevia, e depois relia

.

Escrevia as cartas, p´ras tias,

Aos irmãos, e ós amigos,

Temendo seu olhar, minhas mãos tremiam,

Suas cartas ditadas, eram meus castigos.

Tinha medo, de errar,

Pois mal sabia, lêr e escrever,

Dos erros, que podiam estar,

Quando minha carta, fossem relêr.

Antes de o carteiro, as levar,

Alguém minhas cartas, lia e corrigia,

Liam-nas p’ra minha mãe, devagar,

Quase não havia erros, mas que alegria.

Minha mãe, p’ra me compensar,

Caderno e caneta, me comprava,

Eu agradecia, e corria p’ra beijar,

E minhas prendas, eu logo as guardava.

Autoria; Dora Coimbra


Pensamento da Noite

Pensamento da Noite

Sonha comigo acordado, porque a dormir, passo a noite a sonhar contigo.

Autoria:Dora Coimbra


Sina de três crianças

Sina de três crianças

Perdida, no meio da serra,

No interior, la na beira,

Nossa casinha, de cal e pedra,

E nós, sem eira nem beira.

Nossa casa, triste e tão fria,

Que era, nossa prisão,

Não havia, uma fogueira amiga,

Nem tão pouco, água nem pão.

Triste sina, a de três crianças,

Fechadas em casa, abandonadas,

Para elas, quase não havia esperança,

A não ser, a, de serem maltratadas.

Não era símbolo, de felicidade,

Nem tão pouco, um trabalho louvável,

Apesar da minha, tão tenra idade,

Eu, era, pôr vocês, responsável.

Zé, eu me ocupei de ti, quem diria

E também da Prazeres, me ocupava,

Quando a mãe, ia trabalhar ao dia,

E, em casa,á chave nos fechava.

Ela, tranquila,la partia,

Sem por nós, se preocupar,

A única coisa, que fazia,

Era, em casa, à chave nos fechar.

Nós, com fome e com frio,

Fartos de, na escuridão ficar,

Chorava-mos, lágrimas a fio,

Somente desejávamos, nos pirar.

Então, pela pequena janela,

Conseguia-mos, fugir e passar,

A mãe chegava, e a chinela,

Logo se punha, a trabalhar.

A mãe, soube do segredo, do postigo,

Porque tudo, lhe íam contar,

Aumentou pois, assim o castigo,

Mais dûramente, nos começou a açoitar.

E só, por aquele janêlo, tão pequeno,

Ao qual, mal conseguia-mos chegar,

Fugia-mos, para termos liberdade,

Para ao sol,correr e brincar...

Autoria: Dora Coimbra


Amour avec amour si payé

Amour avec amour si payé

Amor com amor se paga

Il distribue les biens, de ta vie, surtout, avec qui souffre, donc richesse, distribuée, tourne toujours, au même coffre-fort.
Repar-te os bens, da tua vida,sobretudo com quem sofre,pois riqueza repartida,volta sempre ao mesmo cofre.

contre la faim

410244305.jpg

Dimanche 21 mai 2006

Marche mondiale contre la faim

Marche mondiale - contre la faim . C'est le plus grand scandale de notre époque. Comptez jusqu'à cinq: un, deux, trois, quatre, cinq. Voilà… un enfant est mort, quelque part dans le monde. Mort de faim. Tragique réalité, soulignée par le Programme alimentaire mondial des Nations Unies. Selon le PAM, la faim tue davantage que la malaria, la tuberculose et le sida réunis. Vingt-quatre mille personnes en décèdent chaque jour.

2754079933.jpg


A LAVADEIRA

Lavadeiras

A LAVADEIRA

A minha mãezinha amada,

Também ela, foi lavadeira,

Lembro-me de vê-la,bem carregada,

Com roupa, p’ra ir p’ra ribeira.

� cabeça, a canástra e o alguidar,

Nas mãos, os cestos bem cheios,

De chinelos, c’os carregos a carregar,

Desce a encosta, e segue p’los lameiros.

A roupa súja, ela carrega,

P’ra na ribeira, depois lavar,

Ensabôa, e no lavadoiro esfrega,

Bate, enxagua e põe a corar.

Depois da roupa, estar bem corada,

Volta a ensabôar, a bater e a esfregar,

Eatando depois, já bem lavada,

Estende-a, pôr todo o lado,para secar.

Não é só, o simples vestuário,

Nem a roupa de cama, que há p’ra lavar,

Também reposteiros, tapetes e outros necessários,

Que se sújam, lavam e voltam a usar.

A minha mãezinha, tão querida,

Suas mãos estão gastas, e a sangrar,

Com a roupa lavada, vem ladeira acima,

Com os seus carregos,sempre a carregar.

Como era duro, ser lavadeira,

E ter de ir, p’ra ribeira lavar,

Debaixo de sol, que grande canseira,

Ainda mais duro, se chover ou trovejar...

Autora: Dora Coimbra



Comptoir de Romont

Comptoir de Romont - Foire de la Glâne