Bom dia, Dora!
Vou colar aqui a resposta que o teu comentário me suscitou: "Dora, obrigada também por partilhares as tuas memórias; o meu marido identificou-se bastante no teu comentário, pois ele também trepou a figueira vezes sem conta na infância. O nosso filho ainda há pouco tempo pedia que lhe ensinássemos a trepar à figueira. Agora já não será possível.
Bjos"
Relativamente a este poema destaco 2 parte importantíssimas; a 1ª é a força de vontade ao combater a tristeza, um estado de espírito que deve ser momentâneo e prontamente afastado. O 2º é a doação; há muito quem reclame por não receber nada dos outros, mas esses normalemente também não se dão. "Quem nada dá, nada recebe" é uma frase que me diz muito. Aliás, a temática da felicidade é-me muito cara.
Bjos
Bom dia, Dora!
Vou colar aqui a resposta que o teu comentário me suscitou: "Dora, obrigada também por partilhares as tuas memórias; o meu marido identificou-se bastante no teu comentário, pois ele também trepou a figueira vezes sem conta na infância. O nosso filho ainda há pouco tempo pedia que lhe ensinássemos a trepar à figueira. Agora já não será possível.
Bjos"
Relativamente a este poema destaco 2 parte importantíssimas; a 1ª é a força de vontade ao combater a tristeza, um estado de espírito que deve ser momentâneo e prontamente afastado. O 2º é a doação; há muito quem reclame por não receber nada dos outros, mas esses normalemente também não se dão. "Quem nada dá, nada recebe" é uma frase que me diz muito. Aliás, a temática da felicidade é-me muito cara.
Bjos
Posté par Fernanda — 22 Avr 2008, 11:24