Tem o diabo no corpo




Tem o diabo no corpo
Não é propriamente, o diabo,
Mas não deixa de ser, diabólico,
Que triste, é o seu estado,
Na sua figura, de aocoólico.
A sua vida, é um inferno,
Quando já, bebeu demais,
O alcool, é o seu veneno,
A cerveja, o vinho e outros mais.
Está, com o diabo no corpo,
Dizem os vizinhos, quando o vêm,
A cambalear, todo torto,
Por certo vai cair, todos crêm.
Quando está assim, embriagado,
Ninguém, o consegue conter,
Chega a casa, endiabrado,
Nos filhos e na mulher, começa a bater.
Inferniza a vida, de quem gosta,
Se é que ainda, gosta de alguém,
Ele nem consigo, se importa,
Nem tão pouco, ouve sua mãe
Diz que é culpa, do diabo,
Quando nada, lhe corre bem,
Mas por ele, está sempre acompanhado,
E uns copos de vinho, sabem também.
É alcoólico, e não reconhece,
Eis aí, o seu maior mal,
Sua familia por ele, tudo esquece,
Para que ele volte a ser, um homem normal.
Mas tem que ser ele, a querer,
A desenfernizar, sua vida,
O álcool, numca mais beber,
E esquecer completamente, a bebida.
Tem uma familia, á espera,
Ânsiosa, por o abraçar,
Fez um tratamento, ele o quizera,
Mas a luta contra o álcool, deve continuar.
Todos estão prontos, a ajudar,
Assim, ele o queira fazer,
O álcool, completamente abandonar,
Com determinação e coragem, ele vai vencer!...
Autoria: Dora Coimbra



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07 Juin 2006 à 00:02 dans
- Pôemas





