Sem tabú

Sem tabú
Pousas-te, tão docemente,
Na minha face, tua mão gelada,
Minha pele, sentiu de repente,
Que estava a ser, acariciada.
Deslizava, suavemente,
Pelo meu corpo, descendo,
Tudo se perde, na minha mente,
Todo o meu ser, está tremendo.
Ficou acariciando, meu seio,
Tocou, no meu coração,
Entreguei-me a ti, sem receio,
Acordou, minha paixão.
Nossos corpos, assim juntinhos,
Mais pareciam, só um,
Dormimos, agarradinhos,
Sem haver, tabú algum!...
Autoria: Dora Coimbra



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28 Juin 2006 à 21:12 dans
- Cartes Postale avec Poèmes





